Yamaha YZF-R3 ABS 2016

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r3-2Yamaha YZF-R3 se propõe a ser uma esportiva para o dia-a-dia. Como havíamos experimentado a pequena esportiva equipada com motor de dois cilindros paralelos, de 321 cm³ de capacidade e 42 cavalos de potência somente na pista, rodamos agora nas ruas e estradas para ver como ela se comporta.

Com preço inicial de R$ 19.990 (STD) e R$ 22.590 para a versão com freios ABS, a R3 tem sido bem sucedida nas vendas, se levarmos em consideração o cenário de quedas que afeta o segmento de motos. O modelo chegou ao mercado em meados de setembro e, desde então, foram emplacadas cerca de 300 R3 por mês. Número próximo à meta da Yamaha de comercializar 400 unidades da pequena esportiva. Mas será que ela é uma boa companheira para o dia-a-dia? Confira.

Na cidade:

Ágil e fácil de pilotar a R3 não decepciona no trânsito. Ainda que seu torque máximo de 3,02 kgf.m só esteja disponível nos 9.000 rpm, o motor desta Yamaha desperta rapidamente a partir dos 5.000 rpm, com entrega de torque e potência de forma bastante progressiva. Nos corredores apertados dos grandes centros, a moto roda em quarta/quinta marchas, aproveitando bem os médios regimes. Com a quinta marcha engatada, por exemplo, e a 4.000 giros, a miniesportiva nipônica mantém com facilidade a velocidade de 55 km/h.

Nessa situação o que impressiona é a eficiência do câmbio de seis marchas, com bom escalonamento e engates precisos. O bom desempenho em baixos e médios regimes e o vigor em alta rotação são provenientes dos pistões forjados que são mais leves e permitem que o motor ganhe giros com maior facilidade, uma herança das superesportivas maiores da marca.

Seu chassi é construído em tubos de aço com o motor fazendo parte da estrutura (tipo Diamante). O peso de 179 kg (versão ABS) em ordem de marcha confirma sua filosofia de ser uma esportiva leve para o dia-a-dia.

Os pontos negativos ficam por conta do posicionamento dos espelhos retrovisores desta Yamaha, que ficam na mesma altura dos retrovisores dos carros. E isso, às vezes, atrapalha na questão da mobilidade urbana. No quesito consumo urbano, nossa média foi de 22 km/l – boa para a categoria, mas ainda longe de modelos mais econômicos.

Outro detalhe é que a R3 não faz muitas concessões à garupa, como outras esportivas. Não há alça para o passageiro e também não existem pontos de fixação de bagagem. Um ponto negativo se o motociclista precisa de uma moto prática: será preciso usar mochila todos os dias ou instalar um bauleto que, convenhamos, arruinaria a estética dessa pequena esportiva.

Na estrada:

r3-3Depois de enfrentar a semana em meio ao caótico trânsito de São Paulo, era hora de rodar na estrada. A opção foi o Complexo AutoBan – rodovias Anhanguera – Bandeirantes –, que liga a capital paulista ao interior do Estado. Com asfalto bom, pista livre e sempre em sexta marcha, o motor ia crescendo de forma gradativa: 80 km/h (5.000 rpm), 95 km/h (6.000 rpm), 110 km/h (7.000 rpm), 125 km/h (8.000 rpm). Até 9.000 rpm há ainda bastante torque para uma aceleração extra e, consequentemente, uma ultrapassagem na estrada com segurança.

Mas para ter a potência total (42 cv) é preciso fazer o motor chegar a quase 11.000 rpm. Em aceleração máxima, a miniesportiva da Yamaha chega a 170 km/h. Porém sem sustos, sem trancos, tudo com muita suavidade e esbanjado sua filosofia e concepção dos modelos maiores: as superesportivas R6 e R1.

Em quase 300 Km rodados na estrada, o consumo médio foi de 28 km/l. Com o consumo instantâneo variando entre 21 km/l e 39 km/l, segundos dados em tempo real mostrados pelo computador de bordo no completo painel. O tanque tem capacidade para 14 litros e sua autonomia pode superar os 400 km, mas claro que dependerá muito do estilo de pilotagem.

Ergonomia e ciclística:

Por outro lado, a miniesportiva R3 é confortável. O assento é largo e oferece espuma de boa densidade. As pernas do piloto vão bem encaixadas entre o tanque e carenagem, além disso, os semiguidões e a mesa em alumínio, mais alta, também contribuem para uma pilotagem prazerosa. O que confirma sua aptidão de ser uma esportiva para todos os dias e uma boa companheira de estrada. Entretanto, as pedaleiras estão recuadas no melhor estilo racing.

Na dianteira, garfo telescópico de 41 mm de diâmetro com 130 mm de curso e freios disco flutuante de 298 mm de diâmetro, com pinça de dois pistões. Já na traseira, a balança alongada, com monoamortecedor de 125 mm de curso, conta com ajuste na pré-carga da mola. Usa disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de único pistão. Na unidade avaliada, ambas as rodas contam com sistema de freios ABS.

Na prática, o conjunto se mostrou bastante estável e equilibrado, copiando bem as imperfeições do piso. O que realmente merece destaque são os freios. Diferentemente de outros produtos de baixa e média cilindradas da Yamaha, o sistema de freios dessa R3 tem atuação digna de elogios: frenagens seguras e eficazes. Acrescidas da segurança do sistema ABS na unidade testada, transmitiu boa dose de segurança e tranquilidade.

Já os pneus de perfil esportivo e radiais, Metzeler Sportec ME Interact, medidas 110/70-R17 (diant.)/ 140/70-R17 (tras.), apresentaram boa aderência, permitindo desfrutar das curvas mais radicais – como é a proposta da R3. Além disso, o componente manteve o conjunto equilibrado e ajudou também na absorção de impactos.

Conclusão:

r3-4Só para comparar, sua principal concorrente, a Kawasaki Ninja 300 também está equipada com motor de dois cilindros paralelos, porém de menor capacidade cúbica 296cc. A potência máxima é de 39 cv a 11.000 rpm e torque máximo de 2,8 kgf.m a 10.000 rpm. No motor da R3, porém, as respostas são mais instantâneas, uma vez que o torque aparece mais cedo.

Em função de suas características mecânicas e ciclísticas, a Yamaha YZF-R3 é uma boa opção para quem quer fugir do lugar comum – já que conta com um design agressivo que sugere uma moto de porte maior –, roda na cidade com fluidez, além de ser uma boa companheira de viagem.

Estável nas retas, a R3 contorna curvas com muita propriedade e esportividade. Pode sim ser uma esportiva para o dia-a-dia, com bom nível de conforto, mas sem alguns itens de praticidade. O preço da unidade avaliada, com freios ABS, é de R$ 22.590 à vista. Hoje, a Yamaha tem uma campanha especial de vendas para este modelo: entrada de R$ 6.777, mais 48 parcelas de R$ 508.

Ficha Técnica:

Motor: Dois cilindros paralelos, oito válvulas, DOHC e arrefecimento líquido
Capacidade cúbica: 321 cm³
Diâmetro x curso: 68 x 44,1 mm
Taxa de compressão: 11,2:1
Potência: máxima 42 cv a 10.750 rpm
Torque: máximo 3,02 kgf.m a 9.000 rpm
Câmbio: Seis marchas
Transmissão: final Corrente
Alimentação: Injeção eletrônica
Partida: Elétrica
Quadro: Tubular em aço do tipo diamond
Suspensão dianteira: Garfo telescópico convencional de 41 mm de diâmetro com 130 mm de curso
Suspensão traseira: Balança monoamortecida com 125 mm de curso e ajuste na pré-carga da mola
Freio dianteiro: Disco flutuante de 298 mm de diâmetro com pinça de dois pistões (ABS opcional)
Freio traseiro: Disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de um pistão (ABS opcional)
Pneus: 110/70-R17 (diant.)/ 140/70-R17 (tras.)
Comprimento: 2.090 mm
Largura: 720 mm
Altura: 1.135 mm
Distância entre-eixos: 1.390 mm
Distância do solo: 160 mm
Altura do assento: 780 mm
Peso em ordem de marcha: 179 kg (com ABS)
Tanque de combustível: 14 litros
Cores: Azul/prata, vermelha e preta
Preço: R$ 22.590, com ABS

Uma das melhores marcas de motocicletas do planeta, a Yamaha fez um extenso número de scooters com motores de dois e quatro tempos, e modelos de motocicletas on-road e off-road. A Yamaha XS 650, introduzida em 1970, foi um enorme sucesso, tal que incapacitou a indústria britânica de motores bi-ciclíndricos em linha.

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