PCX 2016 / 2017 branca: galeria de fotos e vídeos

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Tida para muitos como a mais bela PCX já lançada, a branquinha, tem como cor predominante o branco fosco, já alguns acham que a Honda lançou um scooter que beira a breguice, caindo em cima das rodas douradas, como não se pode agradar a todos, veja uma galeria de fotos e vídeos e deixe sua opinião.

FICHA TÉCNICA

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Lançamentos de motocicletas e automóveis da Honda, interior, preço, valor do seguro, cores, carros que estão chegando no mercado, outros que vão sair de linha, defeitos e como desbloquear central multimídia da marca.

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    ERRO TELA BRANCA,, PES 2017 RESOLVIDO ..

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    Confira o que acontece na prática quando a tecnologia idle stop entra em ação no scooter pcx 150. HONDA PCX 150 PCX 2016 / 2017 branca galeria de fotos e vídeos

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4 Comentários

  1. Rafaela Almeida

    Consumo e autonomia
    Com desempenho semelhante, era de se esperar que o consumo também fosse. Mas na prática, a teoria também é outra. Em nosso teste, o Cityclass 200 i mostrou-se “beberrão”: o consumo variou entre 21 e 26 km/l em uso urbano, e chegou a fazer 29 km/l na estrada.

    Para se ter uma ideia, o scooter da Honda chegou a fazer mais de 40 km/l na cidade e 39 km/l na estrada. Nossa pior média com o PCX foi de 37 km/litro. Claro que o sistema idling stop, que desliga o motor em paradas longas por mais de três segundos, ajuda a melhorar o consumo do PCX, mas mesmo assim os números do Cityclass ficaram muito abaixo do esperado.

    Outro detalhe que pesa contra o modelo da Dafra foi a capacidade do tanque de apenas 6 litros – e a reserva já acende em torno dos 110 km percorridos. Essa característica, em conjunto com o alto consumo do Cityclass, resulta em baixa autonomia. Na nova versão, o novo PCX ganhou tanque maior, de 8 litros, e com isso exige menos paradas para abastecer.

    Ciclística
    Na parte ciclística, os dois scooters se destacam por ter bons freios, um item importante de segurança para rodar na cidade. Ambos também oferecem o sistema combinado, no qual ao apertar qualquer um dos manetes, tanto o freio dianteiro como o traseiro são acionados. O Cityclass leva certa vantagem por usar freio a disco em ambas as rodas, enquanto o PCX tem tambor na roda traseira.

    O scooter da Dafra também oferece rodas maiores – de 16 polegadas – que ajudam a isolar melhor o piloto das imperfeições do piso. O PCX tem rodas de 14 polegadas e sofre um pouco mais nos buracos, embora tenha ganhado amortecedores novos na traseira. Mas vale dizer que os dois scooters preferem avenidas e ruas com asfalto liso e “pulam” demais em ruas com muitas ondulações.

    Praticidade
    Em scooters, os detalhes fazem a diferença, afinal quem busca um veículo desse tipo procura praticidade. Nesse quesito, ambos têm bom espaço sob o banco e acomodam um capacete fechado. Porém, no PCX há mais espaço sob o assento, permitindo guardar até mesmo uma jaqueta. Por outro lado, em função da plataforma, o Cityclass oferece gancho para levar sacolas e um porta-luvas maior no anteparo do escudo frontal. Caso, o espaço sob o banco não seja suficiente para o seu dia-a-dia, os dois modelos vêm com bagageiro com furação para instalar um baú.

    Outro sinal de modernidade, é que o PCX traz tomada 12 V (que precisa de um adaptador), enquanto o Cityclass traz uma entrada USB, para carregar o celular ou utilizar um GPS, por exemplo.

    O painel do Cityclass conta com relógio, conta giro, indicador de combustível e alerta de manutenção. Já o PCX apresenta velocímetro, dois hodômetros, marcador de combustível, além de luzes-espia da injeção eletrônica e sistema de parada automática. Embora não haja conta giros no modelo Honda, ele oferece um simples computador de bordo que indica o consumo médio.

    Conclusão
    Tanto o PCX como o Cityclass cumprem sua proposta de serem práticos para rodar na cidade. Entretanto, o scooter da Honda leva grande vantagem na economia de combustível, autonomia e capacidade de carga. A diferença no consumo é tanta que nem mesmo o preço maior pesa contra o PCX. A unidade avaliada, a versão DLX, com pintura branca fosca e rodas douradas, sai por R$ 11.234, mas a versão básica que só muda a pintura começa em R$ 10.814. Já o Cityclass 200i 2016 está cotado a R$ 10.990.

    Outro item que reforça a vitória do Honda PCX é a garantia de três anos, sem limite de quilometragem e com fornecimento gratuito de óleo em sete revisões – outro item no qual você irá economizar. Já no caso do Cityclass, a garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

  2. Rafaela Almeida

    Tanto o PCX como o Cityclass contam com conjuntos motrizes bastante semelhantes: motor de um cilindro e câmbio CVT. Mas existem diferenças importantes. O PCX 2016 conta com motor de 149,3 cm³, uma leve redução de capacidade em relação ao modelo anterior (que tinha 152,9 cm³), e arrefecimento líquido. Já o Cityclass tem motor maior, de 199,1 cm³, porém com arrefecimento a ar.

    Apesar da diferença de capacidade, os números de desempenho declarados pelos fabricantes são bem próximos. O scooter da Honda tem potência máxima de 13,1 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 1,36 kgf.m a 5.000 rpm. Já o modelo Dafra produz 13,8 cv a 7.500 giros e 1,4 Kgf.m de torque máximo a 6.000 rpm. Ou seja, deveriam ter o mesmo desempenho. Mas, na prática, não é bem assim.

    O PCX é mais leve (125 kg a seco) e arranca na frente do Cityclass (135 kg), deixando até mesmo motos de 250cc e 300cc para trás. Não só por ser mais leve, mas o câmbio CVT proporciona ao pequeno Honda uma arrancada impressionante de 0 a 60 km/h. Já o Cityclass tem saída mais lenta e acorda mesmo somente após os 4.000 rpm, indicados no conta-giros digital.

    Mas em velocidades mais altas, o Dafra leva certa vantagem, chegando até a 120 km/h, já que o novo PCX aparenta ter algum dispositivo que limita a velocidade a 110 km/h, quando o motor parece “cortar”.

  3. A Yamaha lançou oficialmente no Brasil o scooter NMax 160 e a naked MT-03. Os dois modelos, mostrados no Salão Duas Rodas 2015, chegarão às concessionárias em maio. Equipado com freios ABS de série, o NMax marca o retorno da fábrica japonesa ao segmento de scooters. Disponível em três opções de cores, o NMax 160 terá preço sugerido de R$ 11.390.

  4. É linda, não tem nada de brega, assentou muito bem com a cora branca fosca.

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