Mini Cooper S 2016, ficha técnica e preço

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Se você quer ser rápido, esse é o carro. Na volta para São Paulo, já bem familiarizado com o hot hatch e o trajeto, Daniel impõe um ritmo forte no Cooper S e some na frente do grupo.

Em tempos de downsizing, a Mini surpreendeu ao trocar o motor 1.6 do antigo Cooper S por um 2.0 mais moderno, também turbinado: um upsizing consciente, que o deixou com uma força brutal em baixa e não afetou o seu aproveitamento energético. Agora são 192 cv e 28,6 kgfm entre 1.250 e 4.700 rpm a serviço da diversão. O novo Cooper cresceu e ficou mais assentado: 7 mm mais baixo, 44 mm mais largo, 98 mm mais comprido e com entre-eixos 28 mm mais longo.

Apesar disso, seu peso se manteve na mesma faixa (dependendo da fonte, aponta-se 5 kg a menos ou 10 kg a mais que o Cooper S antigo), graças à nova plataforma UKL1, que traz os últimos avanços tecnológicos em seu processo de fabricação, como componentes estruturais feitos de aços de alta resistência pelo processo de tailor rolled blank (que permite variação de espessura em uma mesma chapa) e uso de alumínio, especialmente nas áreas distantes do centro de gravidade.

“O motor é top, mas o câmbio não está à altura”, lamenta Messeder. Ainda usando a caixa Steptronic de seis marchas, enquanto seus irmãos da BMW já usam a nova ZF de oito velocidades, o Cooper S não aceita reduções com rotação elevada. E mesmo no modo manual ele sobe a marcha sozinho quando chega o limite de giros. As trocas podem ser feitas manualmente por borboletas no volante, mas é preciso matar bem a velocidade antes das reduções para as entradas de curva.

“Como esse motor turbo gira pouco, é um pouco mais complicado para dirigir numa estradinha travada, pois sempre ficamos naquele dilema sobre qual marcha usar – e a tendência é de ficar nas marchas longas. Mas, nessa condição, a resistência mecânica imposta pela transmissão é menor, bem como o efeito de freio motor. A dianteira fica menos precisa”, sintetiza Juliano Barata.

Para os puristas, a MINI trouxe um lote limitado a 100 unidades do novo Cooper S manual. “Se este carro tivesse aqui, talvez estivéssemos contando outra história”, questiona Daniel, se referindo à preferência dos avaliadores pelo Civic Si. A melhor experiência com o MINI, acredite, foi obtida deixando o câmbio trabalhar no modo Sport, sem interferência das borboletas – há torque de sobra para as saídas de curva mesmo em terceira marcha. A suspensão também passou por aperfeiçoamentos, em especial pela adoção de amortecedores de carga ajustável.

O Cooper S está menos seco na lida com as remendas do asfalto, fato que o deixou mais apto a ser seu daily driver. Não que tenha ficado assim “confortáaaaavel”, mas na verdade nenhum dos cinco carros aqui passa macio nos buracos. Em compensação, no modo Sport o Cooper tem a menor rolagem de carroceria do grupo, formando uma espécie de “caixa forte” em conjunto com a carroceria rígida. “Em trechos sinuosos, é um dardo!”, compara Barata.

De fato, o jeito que o MINI aponta nas curvas é bem instigante, com sua direção direta, carroceria equilibrada e os aderentes pneus Pirelli PZero 205/45 R17. O hatch é bastante ágil e, com seu corpo curto e largo, não abana nas transições de direção, como num trecho em “S” da Romeiros. Nem tudo, porém, é perfeito neste inglês de alma alemã. “A direção fica artificialmente pesada no modo Sport”, opina Fábio, enquanto Barata repara que há uma “zona morta” no começo do curso do pedal de freio até ele realmente fazer as pinças moderem os discos. Nos testes, o MINI não teve as melhores frenagens. Mas, nas curvas feitas no limite, ele compensou desgarrando com as quatro rodas, mostrando-se muito “na mão”.

Mesmo assim, o fantasma do antigo Cooper ainda persegue o novo em estradinhas travadas como a Romeiros. Para melhorar o conforto e o espaço, ele cresceu e deixou de ser exatamente mini. “O novo é melhor como carro no geral, mas perdeu um pouco do tal “Go Kart Feeling” do anterior, e que agora a gente encontra no Swift”, compara Barata. “Esse cara abriu mão de quem ele era para ficar mais democrático e menos de nicho, pra agradar ao mercado. Mas para uso diário ficou bem melhor, mais civilizado”, completou. “Pode até ser, mas ainda tem um bocado de diversão aí. E na hora que acelera não tem pra ninguém!”, rebate Messeder.

Por fim, o MINI é também o mais refinado da turma. O acabamento interno esmerado se completa com sacadas bacanas como as teclas tipo aviação para alguns comandos (como a partida do motor) e também o show de luzes coloridas na cabine, que variam conforme o modo de condução. Há também equipamentos que só o Cooper oferece, como os três modos de direção (Green, Mid e Sport), a central multimídia completíssima (tem até HD interno) e o head-up display – aquela telinha acima do painel que reproduz o velocímetro bem no campo de visão do motorista.

Por falar nele, a posição de guiar do Cooper é uma das melhores do quinteto, bem baixa, com as pernas quase “deitadas” e um volante de pegada grossa – herança BMW. O problema é que, recheado assim, como o carro usado no teste, o Cooper S cobra um preço de cair o queixo: R$ 133.950. Se você quer somente diversão ao volante, melhor ficar com o pacote “básico”, de R$ 116.500. Ou melhor, corra e garanta logo um dos poucos Cooper S manuais que chegaram em janeiro, por R$ 103.950. É o que a gente faria.

Informações via Revista QuatroRodas

Consumo:

Cidade: 10,4 km/l
Estrada: 13,9 km/l

Preço:

R$ 116.500

Ficha técnica:

Motor:
2.0 16V turbo
192 cv a 6.000 rpm
28,5 mkgf 1.250-4.700 rpm

Transmissão:
Automático
6 marchas
Tração dianteira

Suspensão:
Frente: McPherson
Traseiro: multibraços

Dimensões:
Comprimento: 3.85 m
Entre-eixos: 2.49 m
Largura: 1.72 m
Altura: 1.41 m
Peso: 1.175 kg

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