Governo da calote em construtoras do Minha Casa Minha Vida, demissões a vista e obras paradas

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O Brasil tá um caos literalmente, não há um setor sequer que vai bem neste momento, estamos vivendo uma crise, política, econômica e moral, incompetência total de um desgoverno, que está levando o país a um buraco, podendo levar décadas para se erguer,onde nós contribuintes iremos pagar a conta.

Construtoras que atuam no projeto do Minha Casa, Minha Vida no Nordeste afirmam que o governo federal atrasou pagamentos de R$ 175 milhões e, por isso, ameaçam paralisar as obras e ampliar as demissões no setor.

O montante se refere apenas a quatro Estados –BA, CE, MA e RN–, de acordo com os sindicatos locais da construção civil, e o atraso varia de 20 a 75 dias. O problema atinge principalmente as construtoras menores.

Os pagamentos ficam a cargo do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e deveriam ser liberados 15 dias após a medição das obras. Procurados, os bancos não falaram. Informaram que só o Ministério das Cidades comentaria o caso.

Fonte para o dinheiro repassado às construtoras, o ministério afirmou que “o cronograma de pagamentos segue com o fluxo normal”.Região do país que concentra o maior índice de obras em andamento (34,37%), todo o Nordeste soma 439,1 mil unidades do MCMV em construção ou não iniciadas.

As demissões, segundo diretores do Sinduscon, começaram já no ano passado.

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3 Comentários

  1. Ricardo Setti

    A executiva Sinara Polycarpo, que foi demitida pelo Santander após o polêmico informe que considerava a reeleição da presidente Dilma Rousseff prejudicial à economia, está de casa nova.

    Ela foi trabalhar no Banco Original, braço financeiro do grupo J&F, dono também do frigorífico JBS.

    Oito meses após o episódio, Sinara conseguiu se recolocar no mercado de trabalho e em posição melhor que no Santander, onde era superintendente do Select, segmento voltado a clientes com renda acima de R$ 10 mil.

    No Original, que tem entre os conselheiros o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, ela vai cuidar de grandes clientes.

    Enviada a correntistas de alta renda do Santander, a análise provocou reações agressivas do governo e do PT, que falaram em terrorismo eleitoral. Além dela, três profissionais foram demitidos.

    O Santander assumiu ter cometido um erro por publicar a análise e pediu desculpas publicamente. No mercado, comentou-se que a direção do banco teria cedido a pressões e promovido as demissões para acalmar o PT. O banco nega que tenha recebido ou cedido a pressões.

    O trecho mais crítico do informe dizia que, se Dilma melhorasse nas pesquisas, os juros e o dólar subiriam e a Bolsa cairia. No fim de julho de 2014, quando Sinara foi demitida, o dólar estava em R$ 2,27, e a taxa Selic, em 11%; oito meses depois, a moeda norte-americana foi a R$ 3,23, e os juros, a 12,75%.

    Sinara entrou com uma ação na Justiça do Trabalho pedindo indenização por danos morais da ordem de 200 vezes seu salário mensal (cerca de R$ 32 mil). Na ação, ela diz que foi perseguida por dirigentes do PT. Afirma ainda que não foi responsável pelo texto e que só tomou conhecimento após o informe ser enviado aos clientes.

    Procurado, o Banco Original se limitou a confirmar a contratação. A executiva preferiu não falar por considerar o caso encerrado.

  2. É difícil encontrar uma projeção otimista para 2015 no Salão do Automóvel de São Paulo nesta semana, onde companhias acostumadas a um mercado com crescimento de dois dígitos estão agora se vendo diante de três anos seguidos de vendas em queda.”Parece que o mercado passará por um período difícil até 2016″, disse o presidente da Toyota para o Brasil, Koji Kondo, citando custos trabalhistas, impostos crescentes e gargalos de infraestrutura como problemas persistentes. “É difícil que as condições econômicas do Brasil se recuperem no curto prazo”.

    As vendas de carros e caminhões leves caíram 9 por cento no acumulado deste ano até setembro ante os primeiros nove meses de 2013, conforme a demanda diminui devido ao crédito mais escasso e à confiança fraca de consumidores. Unidades locais de montadoras globais passaram de galinhas dos ovos de ouro para sérias dores de cabeça, com novas fábricas criando um acúmulo nos estoques.

    A fraqueza no Brasil combinada à economia argentina errática pode deixar até 50 por cento da capacidade da indústria na América do Sul ociosa no ano que vem, segundo o vice-presidente de assuntos institucionais da Ford para a América do Sul, Rogelio Golfarb.

    A indústria automotiva, que responde por cerca de um quarto da produção industrial, se tornou emblemática para os desafios diante da presidente Dilma Rousseff em seu novo mandato.

  3. Segundo dados do Caged (cadastro de empregos do Ministério do Trabalho) divulgados na quarta (18), todo o setor da construção civil no Nordeste está no vermelho: saldos negativos (registro de mais demissões do que contratações) de 9.635 vagas em fevereiro e 19.846 no primeiro bimestre (o pior saldo entre as cinco regiões).

    Responsável pelo programa, o governo federal nega que haja atraso. Os imóveis do MCMV são casas e apartamentos para famílias com renda de até R$ 1.600.

    “Pela incerteza de pagamentos, as empresas retardam a compra de materiais e a abertura de novas frentes de trabalho”, diz o presidente do Sinduscon-Bahia, Carlos Henrique Passos.

    O Estado é o que tem a maior quantia de repasses atrasados –R$ 80 milhões.

    “Chegou a um ponto que não conseguimos suportar”, diz o presidente do Sinduscon no Maranhão, Fábio Nahuz. Segundo ele, há possibilidade de paralisação a partir de abril, caso os repasses não sejam regularizados.

    No Ceará, os atrasados giram em torno de R$ 30 milhões e até 10 mil trabalhadores dessas obras foram demitidos desde novembro.

    No Rio Grande do Norte, os atrasos chegam a R$ 15 milhões, diz o Sinduscon-RN. “Não temos como trabalhar com despesas altíssimas e sem receber”, afirma o diretor Carlos Luiz Cavalcanti.

    Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins, os atrasos ocorrem em todo o país desde o segundo semestre de 2014. Ele não possui o valor global.

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