GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado

Home » Automoveis » GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado

gm-faliu-falida

Só notícia boa ultimamente, claro sendo irônico, vivemos uma crise especialmente no automotivo sem precedentes. As atividades da planta da GM em Gravataí, no Rio Grande do Sul, serão paralisadas e os funcionários dispensados por tempo indeterminado.

A decisão foi comunicada pela montadora na tarde desta terça-feira e foi tomada porque as transportadoras Tagma e Transzero optaram por interromper a retirada de carros na unidade.

A GM negociava o custo do frete com as duas parceiras, mas não houve acordo.

Sem condições de escoar a produção, a fabricação dos carros precisou ser paralisada. Em nota, a GM disse que lamenta a decisão e que pretende “manter a unidade operando em três turnos”.

Lançamentos de carros nacionais e importados, seguros, preços, avaliação, cores, teste e informações técnicas, qual o consumo do veículo, como fazer o financiamento, o que muda em 2017 e qual automóvel vai sair de linha.

    CADERNO VEíCULOS MOSTRA A LINHA DE PRODUçãO DO NOVO CHEVROLET ONIX

    O caderno veículos, da gazeta do sul, foi até a fábrica da gm, em gravataí, para visitar a linha de produção do novo chevrolet onix. confira os detalhes deste ... CADERNO VEíCULOS MOSTRA A LINHA DE PRODUçãO DO NOVO CHEVROLET ONIX GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado

    ILUMINAçãO RACIONAL DENTRO DA LINHA DE PRODUçãO DA GM

    Carros na linha de produção da gm, durante flexpedition. linha usa iluminação suficiente para dar segurança e qualidade, sem excessos. ILUMINAçãO RACIONAL DENTRO DA LINHA DE PRODUçãO DA GM GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado

    NOVA S10 - LINHA DE PRODUçãO MUITA TECNOLOGIA!!!! TAILâNDIA!

    Video mostra a linha de produção na tailândia. a nova s10 é um projeto internacional de parceria entre chevrolet brasil e tailandia! veja a produção! assista! NOVA S10 - LINHA DE PRODUçãO MUITA TECNOLOGIA!!!! TAILâNDIA! GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado

    GM INICIA PRODUçãO DO SPARK NO UZBEQUISTãO

    Http://pt.euronews.com/ a general motors começou a produzir o novo chevrolet spark no uzbequistão. o spark é o sétimo modelo construído na fábrica da gm ... GM INICIA PRODUçãO DO SPARK NO UZBEQUISTãO GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado

    GM EM SãO CAETANO VAI PARAR TODA A PRODUçãO DE 1 A 29 DE JUNHO

    5.500 trabalhadores da produção vão parar. objetivo é diminuir estoques. gm anunciou que vai demitir 819 que estão em lay off e deveriam voltar em 9 de ... GM EM SãO CAETANO VAI PARAR TODA A PRODUçãO DE 1 A 29 DE JUNHO GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado

    Tudo sobre GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado, vídeo, áudio, fotos, senha, como desbloquear, preço, agenda, qual melhor ponto, pelada, transmissão ao vivo e promoção.

Novidades da Chevrolet 2016 / 2017

  • Chevrolet S10 Advantage tem preço sugerido de R$ 89.990
  • Versão Advantage tem preço sugerido de R$ 89,990 e é equipada com motor 2.5 Flex Apresentada em outubro, a Chevrolet S10 Advantage tem preço sugerido de R$ 89,990. A opção chega para ser a versão […]

  • Ao volante: Chevrolet Prisma Joy evolui para manter liderança
  • A Joy 1.0 é a versão de entrada do sedã compacto da Chevrolet. As principais novidades do Prisma nessa versão são a direção elétrica, câmbio de 6 marchas e alterações no motor e na suspensão […]

  • Novo Chevrolet Tracker parte de R$ 79.990
  • SUV chega de visual renovado, novo motor e será vendido em três versões Apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, o novo Chevrolet Tracker já pode ser configurado no site da marca. O SUV […]

  • Novo Chevrolet Cruze Sport6 parte de R$ 89.990
  • Nova geração do Chevrolet Cruze Sport6 tem preços entre R$ 89.990 e R$ 110.990 Apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, a nova geração do Chevrolet Cruze Sport6 já é vendida em sistema de […]

  • Salão de SP: Chevrolet apresenta os novos Cruze Sport6 e Tracker
  • Marca também apresentou na mostra paulista o elétrico Bolt e versões customizadas de Montana e Cobalt A Chevrolet apresentou os já esperados Tracker e Cruze Sport6 (hatch). Além deles, a marca mostrou versões customizadas de […]

  • Picapinhas sem medo de trabalho
  • Atualmente, somente Chevrolet, Fiat e Volkswagen atuam no segmento de picapes compactas Criadas como opção para pequenos transportes, as picapes compactas são muitas vezes usadas como veículo de passeio. As variações de versões disponíveis para […]

  • Ao Volante: Activ, um Chevrolet Onix para a selva urbana
  • Com adereços estéticos e altura do solo ampliada, versão aventureira do Chevrolet Onix até encara uma estrada de terra com mais desenvoltura que o restante da linha, mas gosta mesmo é do asfalto Por Alexandre Soares O […]

  • Chevrolet confirma chegada do Novo Tracker
  • Fabricante afirma que as vendas começam ainda em 2016 A Chevrolet revela a primeira foto do Tracker reestilizado e confirma que as vendas começam ainda em 2016. O modelo será uma das atrações da marca […]

  • Flagra dos leitores: Chevrolet Tracker e Cruze Sport6 e Nissan Frontier 2017
  • Flagrados por nossos leitores, os Chevrolet Tracker e Cruze Sport 2017 e a Nissan Frontier 2017 estarão presentes no Salão do Automóvel de São Paulo. Dos três, somente o SUV Tracker chegará ao mercado ainda […]

  • Chevrolet Camaro 2017 terá motor V8 de 461cv   
  • Esportivo será uma das estrelas da marca no Salão de SP. Série Fifty será limitada a 100 unidades A Chevrolet já confirmou que o novo Camaro 2017 será uma das atrações da marca no Salão […]


Um comentário

  1. Luis Gurgel

    A grande ameaça da educação financeira
    Os principais banqueiros do país, a diretoria do Banco Central e os técnicos do Ministério da Fazenda não fazem a menor ideia. Mas se tudo der certo, a geração do meu filho Dudu, que completa seu primeiro ano de vida daqui a exatamente uma semana, tem tudo para representar uma grande ameaça ao sistema de crédito imobiliário do país e até mesmo para impor um golpe no lucro bilionário dos bancos.
    Numa das primeiras vezes que tive a oportunidade de escrever neste espaço, em outubro de 2013, o título da coluna questionava por que brasileiros ricos seguiam perdendo dinheiro na poupança, enquanto os juros básicos na época estavam em 9,50% ao ano.
    Certamente foi um dos textos de maior repercussão que já escrevi por aqui, com leitores mandando e¬mail-s para contar histórias pessoais e de familiares que deixavam o dinheiro na poupança, para criticar os argumentos citados na coluna, para “lembrar” dos bancos, que ofereciam alternativas de investimento tão ruins quanto ¬ só que mais caras ¬, e também para elogiar.
    Um ano e meio mais tarde, com a inflação em 12 meses na casa de 8% ao ano e depois de o Banco Central elevar a taxa básica Selic em mais 3,75 pontos percentuais, para 13,25% ao ano, parece que alguns desses ricos que estavam desatentos resolveram acordar.
    Dados do Banco Central apontam que, nos primeiros quatro meses de 2015, os saques superaram os depósitos em poupança em R$ 29 bilhões. Não é possível saber exatamente quanto disso foi usado para pagar compromissos, diante da deterioração da economia. Mas é razoável imaginar que uma parte relevante simplesmente migrou para investimentos mais rentáveis, como mostram as estatísticas do Tesouro Direto e de emissão de LCIs e LCAs.
    É verdade que a cifra ainda representa uma pequena fração, de menos de 5%, do total de R$ 648 bilhões ainda aplicados nas cadernetas, o que significa que milhões de brasileiros, incluindo os ricos, seguem perdendo dinheiro.
    Mas o movimento já foi suficiente para acender o sinal amarelo dos bancos e levou a Caixa Econômica Federal, principal fornecedor de crédito imobiliário do país, a cortar o valor financiado de imóveis usados de 90% para 50% do total ¬ ao menos foi essa a desculpa oficial do banco.
    A realidade inescapável é que o modelo de crédito bancário brasileiro, ao usar a poupança como fonte de captação, acaba tendo como um de seus principais pilares a deseducação financeira da população.
    Em qualquer modelo econômico teórico, em que se presume que os agentes são racionais, informados e buscam maximizar seus ganhos, o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) não existiria. Os bancos só aceitam cobrar no máximo 12% ao ano mais TR em um financiamento imobiliário ¬ abaixo da Selic ¬ por dois motivos: porque são obrigados pelo Banco Central, que exige que ao menos 65% dos recursos captados na poupança tenham essa finalidade; e porque existem pessoas que aceitam ter o dinheiro remunerado a 6,17% ao ano mais TR, em vez de ganhar mais de 11%, já descontados os impostos, em um CDB ou fundo conservador passivo.
    A saúde do SFH estaria assegurada se os bancos pudessem garantir que os depositantes aceitariam essa taxa abaixo da inflação e da Selic por tempo prolongado.
    Mas o descasamento de prazos é um dos pecados originais do sistema. Os financiamentos imobiliários têm prazo médio de 25 a 30 anos, de acordo com o Banco Central, enquanto os saldos das cadernetas de poupança podem ser resgatados a qualquer momento.
    É certo que a possibilidade de resgate não resulta necessariamente em resgate. E é difícil imaginar que todas as pessoas resolvam sacar seus depósitos ao mesmo tempo. Mas quem arrisca dizer quando, e depois de quantos bilhões resgatados, a sangria vista de janeiro a abril nos depósitos de poupança vai terminar?
    Não custa lembrar como a última grande crise financeira global mostrou a todos como é arriscado subestimar o nível de correlação entre eventos. Até o início de 2007, pensava¬se que uma carteira diversificada com parcelas de milhares de empréstimos subprime era uma garantia de baixo risco. Afinal, ainda que os tomadores fossem pobres, quem ia imaginar que todos eles entrariam em inadimplência ao mesmo tempo? Deu no que deu.
    Mas como pai, não tenho como deixar de ser otimista. E agora que o Brasil vai virar a “pátria educadora”, conforme prometido pela presidente Dilma Rousseff, posso esperar que as crianças dessa nova geração vão aprender nas escolas não apenas português e matemática, como também finanças pessoais.
    O problema é que em um país com educação financeira o SFH não vai existir. Pelo menos não como funciona hoje.
    Se houvesse a erradicação da deseducação financeira no país, a elevação da Selic para cima de 13% deixaria as cadernetas de poupança praticamente vazias, com saldos disponíveis apenas para gastos emergenciais (lembrando que essas reservas podem variar bastante a depender do perfil da família). De onde então viria o dinheiro para o crédito? E a que custo?
    Para sorte do governo e dos bancos, esse não deve ser o cenário de curto prazo e a liberação de parte do compulsório pode resolver. Mas quem sabe na geração do Dudu, que já nasceu em um ambiente em que educação financeira vende livros, atrai interessados para palestras, leitores para jornais e espectadores para programas de rádio e televisão?
    É importante lembrar que o SFH não seria o único sistema a sofrer com a “ameaça” do crescimento da educação financeira da população.

    Os bancos ¬ e em especial suas áreas de captação, empresas de capitalização e gestoras de fundos ¬ iam perder alguns bilhões de reais de lucro todos os anos se tivessem que lidar com uma clientela mais bem informada.

    CDBs e LCIs que pagam fração irrisória do CDI, fundos de investimento com gestão passiva mas com taxas de administração salgadíssimas e a própria existência de títulos de capitalização estariam sob risco em um país educado financeiramente
    Fonte: Valor Econômico.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.


Não deixe de ver isso

ahd

Comparativo: Honda Civic x Audi A3 Sedan 2017

Os poucos carros alemães estãu deixando de ser unanimidade, entenda. Não faz muito tempo, dono de carro de marca japonesa.