GM para a produção e dispensa funcionários por tem indeterminado

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Só notícia boa ultimamente, claro sendo irônico, vivemos uma crise especialmente no automotivo sem precedentes. As atividades da planta da GM em Gravataí, no Rio Grande do Sul, serão paralisadas e os funcionários dispensados por tempo indeterminado.

A decisão foi comunicada pela montadora na tarde desta terça-feira e foi tomada porque as transportadoras Tagma e Transzero optaram por interromper a retirada de carros na unidade.

A GM negociava o custo do frete com as duas parceiras, mas não houve acordo.

Sem condições de escoar a produção, a fabricação dos carros precisou ser paralisada. Em nota, a GM disse que lamenta a decisão e que pretende “manter a unidade operando em três turnos”.

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Um comentário

  1. Luis Gurgel

    A grande ameaça da educação financeira
    Os principais banqueiros do país, a diretoria do Banco Central e os técnicos do Ministério da Fazenda não fazem a menor ideia. Mas se tudo der certo, a geração do meu filho Dudu, que completa seu primeiro ano de vida daqui a exatamente uma semana, tem tudo para representar uma grande ameaça ao sistema de crédito imobiliário do país e até mesmo para impor um golpe no lucro bilionário dos bancos.
    Numa das primeiras vezes que tive a oportunidade de escrever neste espaço, em outubro de 2013, o título da coluna questionava por que brasileiros ricos seguiam perdendo dinheiro na poupança, enquanto os juros básicos na época estavam em 9,50% ao ano.
    Certamente foi um dos textos de maior repercussão que já escrevi por aqui, com leitores mandando e¬mail-s para contar histórias pessoais e de familiares que deixavam o dinheiro na poupança, para criticar os argumentos citados na coluna, para “lembrar” dos bancos, que ofereciam alternativas de investimento tão ruins quanto ¬ só que mais caras ¬, e também para elogiar.
    Um ano e meio mais tarde, com a inflação em 12 meses na casa de 8% ao ano e depois de o Banco Central elevar a taxa básica Selic em mais 3,75 pontos percentuais, para 13,25% ao ano, parece que alguns desses ricos que estavam desatentos resolveram acordar.
    Dados do Banco Central apontam que, nos primeiros quatro meses de 2015, os saques superaram os depósitos em poupança em R$ 29 bilhões. Não é possível saber exatamente quanto disso foi usado para pagar compromissos, diante da deterioração da economia. Mas é razoável imaginar que uma parte relevante simplesmente migrou para investimentos mais rentáveis, como mostram as estatísticas do Tesouro Direto e de emissão de LCIs e LCAs.
    É verdade que a cifra ainda representa uma pequena fração, de menos de 5%, do total de R$ 648 bilhões ainda aplicados nas cadernetas, o que significa que milhões de brasileiros, incluindo os ricos, seguem perdendo dinheiro.
    Mas o movimento já foi suficiente para acender o sinal amarelo dos bancos e levou a Caixa Econômica Federal, principal fornecedor de crédito imobiliário do país, a cortar o valor financiado de imóveis usados de 90% para 50% do total ¬ ao menos foi essa a desculpa oficial do banco.
    A realidade inescapável é que o modelo de crédito bancário brasileiro, ao usar a poupança como fonte de captação, acaba tendo como um de seus principais pilares a deseducação financeira da população.
    Em qualquer modelo econômico teórico, em que se presume que os agentes são racionais, informados e buscam maximizar seus ganhos, o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) não existiria. Os bancos só aceitam cobrar no máximo 12% ao ano mais TR em um financiamento imobiliário ¬ abaixo da Selic ¬ por dois motivos: porque são obrigados pelo Banco Central, que exige que ao menos 65% dos recursos captados na poupança tenham essa finalidade; e porque existem pessoas que aceitam ter o dinheiro remunerado a 6,17% ao ano mais TR, em vez de ganhar mais de 11%, já descontados os impostos, em um CDB ou fundo conservador passivo.
    A saúde do SFH estaria assegurada se os bancos pudessem garantir que os depositantes aceitariam essa taxa abaixo da inflação e da Selic por tempo prolongado.
    Mas o descasamento de prazos é um dos pecados originais do sistema. Os financiamentos imobiliários têm prazo médio de 25 a 30 anos, de acordo com o Banco Central, enquanto os saldos das cadernetas de poupança podem ser resgatados a qualquer momento.
    É certo que a possibilidade de resgate não resulta necessariamente em resgate. E é difícil imaginar que todas as pessoas resolvam sacar seus depósitos ao mesmo tempo. Mas quem arrisca dizer quando, e depois de quantos bilhões resgatados, a sangria vista de janeiro a abril nos depósitos de poupança vai terminar?
    Não custa lembrar como a última grande crise financeira global mostrou a todos como é arriscado subestimar o nível de correlação entre eventos. Até o início de 2007, pensava¬se que uma carteira diversificada com parcelas de milhares de empréstimos subprime era uma garantia de baixo risco. Afinal, ainda que os tomadores fossem pobres, quem ia imaginar que todos eles entrariam em inadimplência ao mesmo tempo? Deu no que deu.
    Mas como pai, não tenho como deixar de ser otimista. E agora que o Brasil vai virar a “pátria educadora”, conforme prometido pela presidente Dilma Rousseff, posso esperar que as crianças dessa nova geração vão aprender nas escolas não apenas português e matemática, como também finanças pessoais.
    O problema é que em um país com educação financeira o SFH não vai existir. Pelo menos não como funciona hoje.
    Se houvesse a erradicação da deseducação financeira no país, a elevação da Selic para cima de 13% deixaria as cadernetas de poupança praticamente vazias, com saldos disponíveis apenas para gastos emergenciais (lembrando que essas reservas podem variar bastante a depender do perfil da família). De onde então viria o dinheiro para o crédito? E a que custo?
    Para sorte do governo e dos bancos, esse não deve ser o cenário de curto prazo e a liberação de parte do compulsório pode resolver. Mas quem sabe na geração do Dudu, que já nasceu em um ambiente em que educação financeira vende livros, atrai interessados para palestras, leitores para jornais e espectadores para programas de rádio e televisão?
    É importante lembrar que o SFH não seria o único sistema a sofrer com a “ameaça” do crescimento da educação financeira da população.

    Os bancos ¬ e em especial suas áreas de captação, empresas de capitalização e gestoras de fundos ¬ iam perder alguns bilhões de reais de lucro todos os anos se tivessem que lidar com uma clientela mais bem informada.

    CDBs e LCIs que pagam fração irrisória do CDI, fundos de investimento com gestão passiva mas com taxas de administração salgadíssimas e a própria existência de títulos de capitalização estariam sob risco em um país educado financeiramente
    Fonte: Valor Econômico.

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