Empresas do setor imobiliário perdem 58% de valor de mercado – Bolha Imobiliária

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Valor de mercado de empresas do setor desabam, ninguém sabe onde isso vai parar! Um levantamento realizado pela consultoria Economatica revelou que as incorporadoras listadas na Bolsa perderam valor de mercado nos últimos quatro anos.

De outubro de 2010 a outubro de 2014, o valor total das empresas, que somava R$ 59,30 bilhões, caiu para R$ 25,15 bilhões, ou seja um recuou de 57,6%., muitas já beiram a falênica. Veja a seguir as principais quedas.

 

VIVER

Código da ação: VIVR3

Valor de mercado em outubro de 2010: R$ 875,89 milhões

Valor de mercado em outubro de 2014: R$ 43,59 milhões

Quanto perdeu em valor de mercado: 95%

 

faliu-empresaROSSI

Código da ação: RSID3

Valor de mercado em outubro de 2010: R$ 4,47 bilhões

Valor de mercado em outubro de 2014: R$ 456 milhões

Quanto perdeu em valor de mercado: 89%

 

PDG

Código da ação: PDGR3

Valor de mercado em outubro de 2010: R$ 12 bilhões

Valor de mercado em outubro de 2014: R$ 1,49 bilhão

Quanto perdeu em valor de mercado: 87,6%

 

GAFISA

Código da ação: GFSA3

Valor de mercado em outubro de 2010: R$ 6 bilhões

Valor de mercado em outubro de 2014: R$ 1,22 bilhão

Quanto perdeu em valor de mercado: 79%

 

BROOKFIELD

Código da ação: BISA3

Valor de mercado em outubro de 2010: R$ 3,94 bilhões

Valor de mercado em outubro de 2014: R$ 889 milhões

Quanto perdeu em valor de mercado: 77,4%

 

MRV

Código da ação: MRVE3

Valor de mercado em outubro de 2010: R$ 8,10 bilhões

Valor de mercado em outubro de 2014: R$ 3,86 bilhões

Quanto perdeu em valor de mercado: 52,2%

 

TECNISA

Código da ação: TCSA3

Valor de mercado em outubro de 2010: R$ 1,46 bilhão

Valor de mercado em outubro de 2014: R$ 949 milhões

Quanto perdeu em valor de mercado: 35,3%

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Um comentário

  1. Lucas+Souto+Maior

    A disponibilidade de imóveis comerciais em Cuiabá irá aumentar 462% no próximo ano, com a conclusão de 1,558 mil salas comerciais, distribuídas por 10 empreendimentos verticais na cidade. Em 2016 e 2017 serão entregues 2 empreendimentos com 277 unidades comerciais ao todo.

    Os dados foram informados pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi), que representa 30 empresas associadas. Destinados a atender a demanda empresarial, os últimos empreendimentos foram entregues em 2012, quando a oferta imobiliária na Capital foi ampliada em 223 unidades.

    No ano passado, nenhum empreendimento comercial foi concluído na cidade. As obras comerciais surgirão no mercado imobiliário mais fortemente entre 2015 e 2017, quando serão concluídas na cidade 2,516 mil salas comerciais, espalhadas por 13 edifícios.

    Região que abriga os bairros Santa Rosa, Jardim Cuiabá, Quilombo, Cidade Alta, Alvorada, entre outros, o Oeste da cidade concentra a maior parte das torres comerciais programadas para os próximos 3 anos, num total de 1,419 mil salas comerciais espalhadas por 10 edifícios. No mesmo intervalo, ficarão prontas na região Leste 1,541 mil salas comerciais, instaladas em 7 torres, localizadas nos bairros Boa Esperança e Baú.

    Essa expansão da oferta de imóveis comerciais causa preocupação no segmento imobiliário, admite o presidente do Secovi, Marco Pessoz. “Pela minha experiência de mercado, digo que esse volume não será absorvido imediatamente e será necessário um tempo maior para que aconteça uma efetiva ocupação ou utilização desses imóveis”.

    Como o mercado da construção civil trabalha com um prazo médio de 3 anos para conclusão de um empreendimento, muitos projetos previstos para o próximo ano foram concebidos num momento em que o cenário econômico era de crescimento regional e nacional, observa Pessoz. Mas, diante das perspectivas econômicas atuais, alguns investidores poderão se surpreender negativamente, avalia. Pensa diferente o gerente de Negócios Imobiliários da Construtora São Benedito, César Morais.

    Para ele, como Cuiabá e o restante do Estado tem a economia fortemente atrelada ao agronegócio, a carência por imóveis comerciais e residenciais é constante. “Agora terá uma oferta maior, então o que pode acontecer é uma briga de preço, mas os imóveis não deixarão de ser vendidos”.

    Para ele, um aspecto que deve ser observado pelas construtoras é a localização dos empreendimentos, além do fornecimento de informações claras sobre os projetos, para facilitar a negociação. Atualmente, a construtora finaliza 2 empreendimentos comerciais na Capital, sendo um na avenida do CPA (SB Tower) e outro no bairro Jardim Cuiabá (SB Medical), com 35 e 22 pavimentos, respectivamente.

    PREÇOS
    No segmento comer-cial, o valor do metro quadrado dos imóveis construídos varia atualmente de R$ 5 mil a R$ 8,5 mil em Cuiabá e atendem consumidores das classes A e B. De acordo com o gerente de Negócios Imobiliários da São Benedito, um dos 2 empreendimentos em construção na Capital já está com 90% das salas vendidas. “Começamos a negociar com 1 ano de antecedência do término da obra”.

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