Efeito Bolha: crise no setor imobiliário faz vendas de imóveis despencar 30%

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Crise financeira, estaal sendo assaltada, cultura da corrupção cada vez mais ganhado força no Brasil, agora vendas de imóveis literalmente no chão. Venda de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo atingiu 736 unidades em julho de 2014, uma queda de 31,3% na comparação com o mês de junho. Já em relação a julho de 2013, quando foram comercializadas 1,674 mil unidades, o recuo foi de 56%. Os dados constam na Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário Residencial, realizada mensalmente pelo departamento de Economia e Estatística do sindicato.

Em julho deste ano, os apartamentos de dois dormitórios foram os mais comercializados, com 53% do total, seguido por um dormitório, 22%, três dormitórios, 22%, e quatro dormitórios, com 3%.

Em valores comercializados, o montante em julho foi de R$ 377,7 milhões, queda de 31,5% diante dos R$ 551,2 milhões percebidos no mês anterior. Ante julho de 2013, quando o valor foi de R$ 922,4 milhões, o recuo chegou a 59%.

O indicador VSO (Vendas sobre Oferta), que representa a divisão do total de unidades vendidas em 12 meses pelo volume ofertado no período, foi de 50,4% em julho de 2014.

falencia-013Lançamentos. O Secovi também divulgou que a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) registrou em julho o lançamento de 973 unidades, decréscimo de 59,7% comparado a junho, quando 2,413 mil unidades foram lançadas. Expresso em valores, o volume lançado atingiu R$ 395 milhões.

Assim como na comercialização, o segmento com maior destaque entre as unidades lançadas foi o de dois dormitórios, com 698 imóveis disponibilizados ao mercado, equivalente à participação de 71,7%.

Em nota enviada à imprensa, o economista-chefe do Sindicato, Celso Petrucci, destacou que julho é tradicionalmente um mês de movimento fraco para o mercado imobiliário. “E, ainda, foi impactado pelos baixos índices de confiança do consumidor e dos empresários, além das incertezas quanto ao futuro da economia e em relação ao próximo governo”, comentou Petrucci.

Com informações do Estadão.

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Um comentário

  1. A depressão que se seguiu à crise da bolsa de 1929 se agravou oito anos depois e a recuperação ocorreu apenas com o gigantesco estímulo econômico oferecido pela Segunda Guerra Mundial, que custou mais de 60 milhões de vidas. À época em que a recuperação finalmente se instaurou, boa parte da Europa e da Ásia estava em ruínas.

    A atual situação mundial não é, nem de longe, tão terrível, mas há paralelos a traçar, especialmente com 1937. Agora, como naquela época, as pessoas estão decepcionadas há muito tempo, e muitas estão perdendo as esperanças. Estão mais temerosas quanto ao seu futuro econômico de longo prazo. E esses temores podem ter graves consequências.

    O impacto da crise financeira de 2008 sobre as economias ucraniana e russa, por exemplo, pode estar por trás, em última análise, da recente guerra instaurada na região. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), tanto a Ucrânia quanto a Rússia vivenciaram um crescimento espetacular de 2002 a 2007: ao longo daqueles cinco anos, o PIB real per capita subiu 52% na Ucrânia e 46% na Rússia. Isso agora pertence ao passado: o crescimento do PIB real per capita foi de apenas 0,2% no ano passado na Ucrânia e de 1,3% na Rússia. A contrariedade gerada por uma decepção dessas dimensões pode ajudar a explicar a fúria dos separatistas ucranianos, a insatisfação dos russos e a decisão do presidente da Rússia, Vladimir Putin, de anexar a Crimeia e de apoiar os separatistas.

    O aspecto negativo das sanções impostas à Rússia devido à sua ação na Ucrânia é que elas poderão produzir uma recessão por toda a Europa e por outros continentes. Isso deixará o mundo com russos insatisfeitos, ucranianos insatisfeitos e europeus insatisfeitos

    A desesperança que vem impulsionando a insatisfação desde a crise financeira – e não apenas na Rússia e na Ucrânia – tem nome. Esse nome é “a nova normalidade”, que diz respeito à atrofia das perspectivas de crescimento econômico de longo prazo, um termo popularizado por Bill Gross, um dos fundadores da gestora de investimentos e gigante dos bônus Pacific Investment Management Company (Pimco).

    A desesperança sentida após 1937 também levou ao surgimento de novos termos. A expressão “estagnação secular”, relativa ao mal-estar econômico de longo prazo, é um dos exemplos. No fim da década de 1930, as pessoas também se preocupavam com a insatisfação na Europa, que já tinha alimentado a ascensão de Adolf Hitler e Benito Mussolini.

    O outro termo que repentinamente ganhou destaque por volta de 1937 foi o “subconsumismo” – a teoria de que pessoas temerosas possam querer economizar demais para os tempos difíceis. Além disso, o volume de poupança que as pessoas desejam ultrapassa as oportunidades de investimento disponíveis. Em decorrência disso, o desejo de poupar não reforça a poupança agregada para iniciar novas empresas, construir e vender novos edifícios e assim por diante. Embora os investidores possam, com suas apostas artificiais, aumentar os preços dos bens de capital já existentes, suas tentativas de poupar apenas desaceleram a economia.

    A “estagnação secular” e o “subconsumismo” são termos que traem o pessimismo subjacente. Este, por sua vez, ao desestimular os gastos, não apenas reforça a fragilidade da economia como também gera revolta, intolerância e potencial para a violência.

    Em sua grandiosa obra “As Consequências Morais do Crescimento Econômico”[Record, 2009, 657 págs.], Benjamin M. Friedman mostrou muitos exemplos de como a queda do crescimento da economia dá origem – com lapsos de tempo variáveis e às vezes longos – à intolerância, ao nacionalismo agressivo e à guerra. Ele concluiu que “o valor de um padrão de vida ascendente não está apenas nas melhorias concretas que traz ao estilo de vida dos indivíduos, e sim na maneira pela qual ele molda o caráter social, político e, em última instância, o caráter moral de um povo”.

    Alguns duvidam da importância do crescimento econômico. Talvez, dizem muitos, sejamos ambiciosos demais e devêssemos gozar uma qualidade mais alta de vida com mais lazer. Pode ser que tenham razão.

    Mas a verdadeira questão são os processos de autoestima e de comparação social que o psicólogo Leon Festinger observou como característica universal humana. Embora muitos neguem, sempre nos comparamos com os outros e sempre temos esperanças de galgar a escala social. As pessoas nunca ficam satisfeitas com oportunidades recém-descobertas de lazer se estas parecerem sinalizar seu fracasso comparativamente a outras pessoas.

    A esperança de que o crescimento econômico promova a paz e a tolerância se baseia na tendência das pessoas de se comparar não apenas com os outros no presente como também com o que se lembram das pessoas – entre as quais elas mesmas – no passado. Segundo Friedman, “obviamente nada pode tornar possível que a maioria da população fique em melhor situação. Mas não só é possível, para a maioria das pessoas, estar em melhor situação do que no passado como esse é exatamente o significado de crescimento econômico”.

    O aspecto negativo das sanções impostas à Rússia devido à sua ação no leste da Ucrânia é que elas poderão produzir uma recessão por toda a Europa e por outros continentes. Isso deixará o mundo com russos insatisfeitos, ucranianos insatisfeitos e europeus insatisfeitos. O senso de confiança e o apoio desses grupos às instituições democráticas pacíficas se enfraquecerá.

    Embora alguns tipos de sanções contra a agressão internacional pareçam ser necessários, precisamos continuar atentos aos riscos associados a medidas extremas ou punitivas. Seria altamente desejável alcançar um acordo para pôr fim às sanções; integrar a Rússia (e a Ucrânia) mais plenamente na economia mundial; e associar essas medidas a políticas econômicas expansionistas. Uma resolução satisfatória do atual conflito não exige nada menos do que isso. (Tradução de Rachel Warszawski)

    Robert J. Shiller, prêmio Nobel de Economia em 2013, é professor de economia na Yale University e coautor, com George Akerlof, de “O Espírito Animal: Como a Psicologia Humana Impulsiona a Economia e a sua Importância para o Capitalismo Global”. Copyright: Project Syndicate, 2014.

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