Crise sem fim: financiamento de automóveis despenca 12% em abril

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Setor automotivo depois do imobiliários é o que mais sofre com o desgoverno do PT. Em abril foram financiados 437.855 veículos em todo o País. A maior parte foi de usados, cujos financiamentos somaram 238.591 unidades em abril, o equivalente a quedas de 11,4% ante março e de 4,9% frente um ano atrás.

O financiamento de automóveis de passeio, comerciais leves, motocicletas, caminhões e ônibus no Brasil caiu 12% em abril ante março e 15% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os números são da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base de cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil.

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2 Comentários

  1. Marcelo Pedro Sousa

    A retração na economia e a falta de confiança do consumidor fizeram o setor de transporte empacar. “Houve um estacionamento das atividades da indústria, todos estão em compasso de espera”, afirma Rogério Rezende, vice-presidente da Anfavea, associação que representa a indústria automobilística no Brasil. A queda para os caminhões no acumulado do ano (25,1 mil unidades) foi de 39,3%. E o segmento mais afetado é o de modelos pesados, com vendas de 5,9 mil unidades no acumulado do ano, volume 60,8% menor que o registrado de janeiro a abril de 2014.

    – Veja aqui as estatísticas da Anfavea

    A Anfavea espera para este mês ou para o próximo as medidas de ajuste fiscal do governo. Mas ainda que ocorram nesse período, não terão efeito positivo tão cedo para o setor de caminhões: “A hipótese mais otimista é que a retomada ocorra no último trimestre deste ano”, acredita Rezende.

    “Para alguns produtos ela virá antes”, diz, citando os modelos menores, já que os veículos envolvidos em atividades de varejo tiveram retração menos acentuada. A queda nos caminhões médios foi de 21%.

    Sobre os pesados, Rezende recorda que em regra são comprados por grandes transportadoras, que renovaram sua frota recentemente, há dois ou três anos, e por isso não veem motivo para aquisições num momento como este.

    “E as condições de financiamento estão mais severas, aumentou a seletividade do crédito”, diz. Rezende confia no Festival do Consórcio Contemplado como recurso para reduzir o impacto negativo da economia. “Isso pode resultar em 240 mil unidades a mais no setor automotivo, o equivalente a um mês de vendas.” Para os veículos pesados (caminhões e ônibus), o potencial estaria em 15 mil unidades extras até o fim do ano.

    PRODUÇÃO

    De janeiro a abril deste ano foram montados 30,2 mil caminhões no Brasil, volume 45,2% menor que o registrado nos mesmos meses do ano passado. A menor queda, de 29,6%, ocorreu para os modelos leves. Em todos os outros a retração oscilou entre 35,8% e 61,3%.

    EXPORTAÇÕES

    O Brasil enviou ao mercado externo pouco mais de 6 mil caminhões de janeiro a abril, o que resultou em uma pequena queda de 1,7% ante o mesmo período de 2014. Diferentemente do que ocorreu no mercado interno, os caminhões pesados apresentaram a maior alta, de 14,9%. Este também foi o segmento com maior volume, superando 2 mil unidades embarcadas.

    ÔNIBUS

    A retração de mercado não poupou os ônibus, mas ocorreu em menor medida que para os caminhões. “Isso acontece porque as grandes metrópoles renovam obrigatoriamente suas frotas de tempo em tempo. Só em São Paulo isso já implica mais de mil novos ônibus a cada ano”, recorda Rezende.

    Os primeiros quatro meses de 2015 tiveram 6,7 mil novos ônibus licenciados, queda de 26,1% ante os mesmos meses de 2014. A produção desses veículos no período até abril somou 9,7 mil unidades e resultou em retração de 26,6%. Os modelos urbanos (7,7 mil do total) apresentaram o recuo mais alto, de 30,8%. Os modelos rodoviários produzidos no período somaram 2 mil unidades e tiveram pequena queda de 4,3%.

    As exportações no acumulado chegaram a quase 2 mil ônibus e resultaram em alta de 7%. O Brasil embarcou para outros países quase a mesma quantidade de modelos rodoviários (986 unidades) e urbanos (983), mas aqueles voltados a maiores distâncias registraram alta de 42,5%, enquanto os urbanos anotaram queda de 14,4%.

  2. A falta de confiança na economia e a restrição da oferta de crédito causou redução no financiamento de veículos no primeiro quadrimestre de 2015. Considerando modelos novos e usados, entre janeiro e abril 1,83 milhão de automóveis, comerciais leves, motocicletas e pesados foram adquiridos a prazo, com queda de 10,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), responsável por armazenar as informações sobre veículos dados como garantia em operações financeiras.

    A queda foi ainda mais profunda em abril, de 15% sobre igual mês de 2014, com o financiamento de 437,8 mil unidades. Em relação ao resultado de março, a redução é de 12%.

    A aquisição a prazo de carros novos registrou retração maior do que a de usados, de 18,3% no quadrimestre. Enquanto isso, o financiamento de modelos de segunda mão caiu apenas 2,3%.

    O segmento de automóveis somou 927,2 mil unidades adquiridas por meio da modalidade no primeiro quadrimestre, com diminuição de 2% na comparação anual. Já as motocicletas tiveram crescimento de 0,8% nas vendas a prazo, para 35,8 mil unidades. No mercado de caminhões a modalidade teve participação em 64,4 mil veículos comprados de janeiro a abril entre novos e usados. O volume representa queda de 52,1% na sobre os primeiros quatro meses de 2014, a maior retração entre os segmentos.

    Enquanto foram feitos menos contratos de financiamento no início do ano, o consórcio apresentou crescimento de 0,3% no primeiro quadrimestre na comparação com o volume registrado há um ano. Foram vendidas 283,8 mil unidades por meio de cotas da modalidade. O desempenho foi puxado pelos automóveis, que somaram 79,9 mil unidades vendidas desta maneira, com alta de 19%.

    O Crédito Direto ao Consumidor (CDC), por sua vez, teve queda de 11,6%, com 1,49 milhão de contratos. O Leasing registrou a redução mais expressiva, de 18,8%, para 22 mil unidades. O prazo médio de financiamento ficou praticamente estável, em 40,5 meses.

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