Crise: Ford e GM afastam 1.046 trabalhadores devido desaceleração do mercado

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De um lado a corrupção reinando como nunca na mior (por enquanto) empresa brasileira, no outro o setor automotivo em plena crise, apesar dos esforços governamentais em loiberar crédito e endividar cada vez mais a população, não está surtindo efeito, começa nesta segunda-feira a suspensão de contratos (layoff) de 1.046 trabalhadores das unidades da Ford e da General Motors no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo. Nos dois casos, os afastamentos são justificados pelas montadoras pela necessidade de adequar o ritmo de produção à desaceleração do mercado.

crise-carro. No período em que estiverem afastados, os funcionários das duas empresas vão receber seus salários por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com complemento do rendimento pago pela multinacional.

– Após a divulgação dos resultados econômicos do segundo trimestre a economia brasileira já esta dando claros sinais que já entrou em recessão.

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Um comentário

  1. Classe média de São Paulo volta a morar em bairros centrais

    Na década de 1990, 38 distritos do centro expandido e adjacências perderam 11% de sua população, mostra estudo

    Área ganhou 8,7% mais moradores na década de 2000; periferia também cresce, mas em ritmo mais lento que antes

    Depois de buscar o sonho bucólico da casa com quintal e a segurança dos condomínios fechados, os paulistanos (e seus vizinhos) estão fazendo o caminho inverso.

    Agora o que se vê são pessoas cansadas do trânsito e ansiosas por viver na cidade, fazendo um movimento em direção aos bairros do centro expandido ou próximos a ele.

    Enquanto nos anos 1990 um grupo de 38 distritos das áreas mais urbanizadas da cidade perderam 11% de sua população, nos anos 2000 a tendência se inverteu: esses locais aumentaram em 8,7% seu número de moradores.

    “Há uma revalorização da experiência de viver a cidade, especialmente entre os jovens, que estão formando uma cultura anticarro e de valorização do espaço público”, diz Anderson Kazuo Nakano, autor do novo estudo, que é parte de seu doutorado.

    Essa mudança de comportamento é tendência mundial. Nos EUA, o fenômeno foi esmiuçado pelo livro “The Great Inversion”, de 2012.

    Embora o autor daquele texto admita que, em números absolutos, ainda há mais pessoas chegando aos bairros periféricos dos EUA, os novos moradores são, em geral, imigrantes. Entre as classes médias e altas, a tendência, também mais forte nos adultos jovens, já se inverteu.

    Por aqui, a troca de população se dá de forma semelhante. Há 39 distritos que ganhavam população na década de 1990 (25,4%) –eles correspondem basicamente à periferia da cidade– e que continuaram a ganhar moradores na década de 2000, mas em um ritmo consideravelmente menor (10,8%).

    A FUGA

    “Em um certo momento, o que alimentou essa saída das áreas mais centrais foi a ideia de que a cidade é um lugar sujo, violento. As classes médias e altas buscaram sossego em condomínios afastados”, diz o arquiteto e crítico Guilherme Wisnik.

    Na última década, explica, “muitos perceberam que a vida urbana é mais interessante, variada, da vida cultural e de lugares que podem frequentar à pé”.

    Felipe Moraes, 30, fez esse movimento. Em 1996, quando ele tinha 11 anos, sua família foi para o condomínio Alphaville, em Barueri (Grande São Paulo). “O motivo foi a segurança. Morávamos no Campo Belo [zona sul, fora do centro expandido] e eu já tinha sido assaltado na rua”.

    Dez anos depois, em 2009, Felipe voltou, desta vez para Pinheiros (zona oeste), para cursar a faculdade de biomedicina. “Em São Paulo se faz tudo a pé. Quando me formei, até abandonei o carro. Ia para o trabalho de bicicleta.”

    Não são só os mais jovens que participam da volta. Há seis anos, ao se casar, o vendedor Sílvio de Santos, 50, saiu da Vila Madalena para o distante Jardim Esther, ambos na zona oeste.

    Há um ano e meio, Sílvio voltou para perto do centro, em Pinheiros (zona oeste de novo), para uma quitinete. “Não há amor que resista aos congestionamentos da Raposo Tavares. Agora tenho vida cultural intensa, moro perto de onde tudo acontece.”

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