Como os impostos atrapalham planos, lucro e o crescimento de emresas e setores

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Tempo de crise, vamos analisar o imposto mal cobrado e como ele atrapalha empresas e setores de algumas empresas. Elevada carga tributária, encargos trabalhistas e burocracia do Estado. É o que os empresários brasileiros devem enfrentar para se manter competitivos e lucrativos.

A alta complexidade tributária no Brasil pode ser exemplificada no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Presente em todas as etapas da cadeia produtiva, seu recolhimento ocorre diversas vezes, o que conduz à incidência múltipla.

O resultado são produtos encarecidos nas prateleiras e grande concorrência com os importados, diante da menor competitividade dos nacionais.

Juarez Leão, consultor no segmento de varejo e franquia, defende a redução dos valores cobrados para estimular o consumo e garantir uma boa distribuição de carga tributária.

“O maior problema é a redução no volume de vendas que muitos varejistas já enfrentam. Em vez de trabalharmos para ter um mercado mais competitivo, estamos em desvantagem”, diz.

Para o economista Fabio Bentes, da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), a carga tributária brasileira é o principal componente da queda de investimentos no varejo.

A contratação de novos empregados é um exemplo: admitir um funcionário que ganhe salário mínimo, se mantendo dentro da legalidade exigida custa no mínimo R$ 1.800.

“A única maneira de driblar esse custo é não contratar, o que diminui as ofertas de emprego, e automaticamente reduz o consumo”, diz.

A opinião do consultor é um consenso entre os empresários. Fica claro que está cada vez mais difícil engolir que pagamos um dos impostos mais caros do mundo. Leia e assista a outros depoimentos a seguir:

PROBLEMAS ESTRUTURAIS

Na hora de cobrar o retorno dos impostos, outro desafio é saber quais são os limites da qualidade nos serviços públicos que o Brasil poderia alcançar, já que esta insatisfação está presente até mesmo em países de Primeiro Mundo e de alta carga tributária, como a Dinamarca, onde os impostos correspondem a 48,58% do PIB.

O equívoco que existe, nesse sentido, é o de acreditar que o Brasil pode ter um serviço público equivalente ao do Reino Unido.

Para o economista Roberto Macedo, a carga tributária brasileira é alta, mas é preciso levar em consideração o PIB e o número de habitantes.

“Não dá para comparar uma carga brasileira sobre uma renda per capita de US$ 10 mil com a da Inglaterra, de US$ 40 mil. O serviço público será sempre melhor lá”, diz.

Apesar disso, segundo Macedo, a exigência do brasileiro tem de aumentar, até o ponto de ele sentir umtax payer, como é chamado o contribuinte nos Estados Unidos.

“É o pagador que cobra muito. Aqui, as pessoas já podem ver o imposto na nota e acompanhar o Impostômetro. Elas ficam perplexas, mas ainda não cobram o suficiente porque têm a sensação de que são voluntárias, que é como soa a palavra contribuinte”, diz.

Mas não é só a proporção que deve ser considerada na hora de cobrar os gastos do governo com os impostos pagos. É preciso regredir algumas décadas para entender melhor o que acontece com o dinheiro do contribuinte.

O economista Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda (de 1988 a 1990) e é sócio-fundador da Tendências Consultoria, explica que a chave está na Constituição de 1988, quando o Brasil decidiu adotar gastos sociais no nível de países desenvolvidos.

“Antes da Constituição de 1988, o país gastava 4% do PIB em Previdência, e agora, 12%. O Brasil tem regras de aposentadoria generosas. Um exemplo é o gasto de mais de 3% do PIB com pensões por morte, percentual que em outros países é inferior a 1%”, afirma.

Via DiáriodoComércio
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